Moises Carvalho Pereira – Dia Mundial do Meio Ambiente

Moises Carvalho Pereira – Dia Mundial do Meio Ambiente

Iniciativa privada se torna aliada na conscientização ambiental e preservação dos recursos naturais

No Brasil, cerca de 80 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos são descartadas de forma inadequada todos os dias, correspondendo a mais de 40% do lixo coletado, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). O número é alarmante e está diretamente relacionado ao risco eminente de contaminação do solo e do lençol freático. Também está ligado ao entupimento das redes de drenagem, o que ocasiona enchentes.

E esse está longe de ser o único inimigo da natureza. O desmatamento, que resulta na perda da biodiversidade e contribui para o aquecimento global, e a exploração desenfreada de recursos naturais também integram a lista de problemas ambientais graves que comprometem o desenvolvimento sustentável e o futuro das próximas gerações.

A situação atual é crítica e serve de alerta neste 5 de junho, em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data, estabelecida na Conferência de Estocolmo, remete não somente à reflexão, mas também à ação em defesa da vida. Atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e a exigência, pela população, do cumprimento das leis por órgãos governamentais em todos os níveis são fundamentais.

Responsabilidade

No âmbito empresarial é crescente o movimento da responsabilidade socioambiental, que consiste na adoção de práticas e iniciativas em benefício da sociedade e do ambiente. No mercado da construção civil, por exemplo, o conceito de sustentabilidade está amplamente disseminado. Por isso, algumas empresas, além de cumprir com suas obrigações legais e econômicas, empregam esforços na promoção de ações educativas e de preservação ambiental.

Esse é o caso da Buriti Empreendimentos, que atua no desenvolvimento e planejamento urbano, com foco na criação e implementação de loteamentos urbanos e condomínios fechados. A incorporadora, que está entre uma das maiores do País, investe na valorização das Áreas de Preservação Permanente (APP), com a recuperação de extensões degradadas, bem como no controle da geração de resíduos na fase de obras, implantação de área para disposição de entulhos e aspersão no período de seca, visando minimizar a poeira. Recentemente, após formular sua Política Ambiental, começou a apostar também em ações educativas voltadas para moradores de seus residenciais.

“Inicialmente, foram criadas duas cartilhas: Preservando o Meio Ambiente e Cidade Limpa. A primeira auxilia na conscientização sobre a importância das áreas verdes, principalmente de espécies protegidas por lei. Já a segunda orienta sobre a destinação adequada dos resíduos sólidos, gerados na construção civil. Esta última visa ainda estimular a participação de todos na política dos 4 R – reduzir, reutilizar, reciclar e reeducar, promovendo o melhor uso dos recursos naturais disponíveis e contribuindo para a qualidade de vida e para um meio ambiente equilibrado”, explica Sidney Guimarães Pena, diretor da empresa.

Moisés Carvalho Pereira, que também é diretor da Buriti, garante que a ação já começou a gerar resultado. “O trabalho educativo, com a entrega das cartilhas, já foi realizado em empreendimentos situados nas cidades paraenses de Itaituba, Tucuruí, Paragominas e Parauapebas. Nesses locais, caíram significativamente as ocorrências de lançamento de lixo em áreas verdes e em APPs. Os moradores estão cada vez mais conscientes e comprometidos com a preservação do meio ambiente. A nossa ideia agora é ampliar essa atividade para os demais loteamentos do grupo”, revela.

Resíduos sólidos na construção civil

A construção civil é responsável por até 50% do total de resíduos sólidos gerados no Brasil. Segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, estudo realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), os municípios brasileiros coletaram cerca de 45 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição em 2014, o que implica em aumento de 4,1% em relação a 2013. Nesse sentido, a Resolução 307, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, se destaca como um dos principais marcos regulatórios. Em vigor desde 2003, ela estabelece diretrizes para a gestão dos resíduos, além de uma regra simples e óbvia: quem gera entulho deve se responsabilizar pelo transporte e destinação adequada desses materiais.

Confira a lista do tempo de degradação dos seguintes materiais:

Pneu – indeterminado

Cerâmica – indeterminado

Aço – de 200 a 100 anos

Vidro – 4000 anos

Embalagem PET – mais de 100 anos

Sacos e sacolas plásticas – mais de 100 anos

Partes de equipamentos metálicos – cerca de 450 anos

Componentes recicláveis: Papel, plástico, vidro, metal.

Moises Carvalho Pereira – Resort Pará

Moises Carvalho Pereira – Resort Pará

O Salinas Park será o primeiro resort padrão internacional da região Norte, terá o grupo investidor liderado por Moises Carvalho Pereira e Manoel Vicente Pereira, que acreditam que o empreendimento promete incrementar o turismo internacional em um dos balneários mais famosos do verão amazônico.  

Moises Carvalho Pereira As empresas responsáveis pelo projeto (Amec Construtora, Valle Empreendimentos e a ERT Incorporadora) são especializadas em construção civil, urbanização, comercialização imobiliária e administração hoteleira. As obras do resort estão previstas para serem entregues em julho de 2018, o empreendimento esta sendo construídos na praia de Atalaia em uma área de 44 mil metros quadrados.

O empreendedor Moises Carvalho Pereira comenta que o Salinas Park Resort terá o maior parque aquático da região, restaurante panorâmico com vista privilegiada para o mar, piscinas de borda infinita, deck molhado, spa na água, bar molhado, sauna, salão de jogos, espaço fitness, piscinas infantis, quadra poliesportiva, hidromassagem e espaço zen, garantindo diversão e bem estar para todos os hóspedes.

Moises Carvalho Pereira – Sidney Guimarães Penna, Mercado promissor

Moises Carvalho Pereira – Sidney Guimarães Penna, Mercado promissor

Mercado Imobiliário

Durante esses últimos anos o Brasil tem passado por um “Boom Imobiliário” como dizem os especialistas, comenta Sidney Guimarães Penna diretor e sócio da Buriti Empreendimentos. As casas e vilas estão cedendo espaço aos luxuosas condomínios que incluem piscinas e quadras esportivas, salão de festas, academia, espaços para crianças , churrasqueiras.

O numero de pessoas se mudado para condomínios, proporcionalmente ao crescimento da construção civil bate com os faturamentos. O empreendedor Sidney Guimarães Penna, destaca que isso faz o mercado que ainda é considerado promissor seja movimentado, positivamente.

Buriti Empreendimentos

Dentro desse mercado ainda promissor, temos no mercado a incorporadora Buriti Empreendimentos, que está desde 2003 no mercado de imóveis. Ela Possui a frente os sócios Moises Carvalho Pereira e Sidney Guimarães Penna. Visionários que sempre colocam a frente de seus empreendimentos de sucesso, a melhor infraestrutura oferecida no mercado brasileiro atualmente.

Moises Carvalho Pereira

A Buriti Imóveis se encontra em 37 cidades e em 10 estados brasileiros. Sidney Guimarães Penna, sócio da Buriti Imóveis, comenta que a empresa oferece milhares de famílias a oportunidade de realizar o sonho de adquirir um terreno legalizado e seguro.

 

Moises Carvalho Pereira – Empreendimentos da Buriti evitam a proliferação do mosquito Aedes Aegypti

Moises Carvalho Pereira – Empreendimentos da Buriti evitam a proliferação do mosquito Aedes Aegypti

O mosquito Aedes Aegypti é causador varias doenças, mas a que tem causado preocupação nesse momento é a zika vírus. Moises Carvalho Pereira e Sidney Guimarães Penna certificam-se que a Buriti Empreendimentos contribua para que o mosquito não avance através de seus empreendimentos.

Segundo registros históricos vírus começou a aparecer por volta de 1947. Sua transmissão ocorre da seguinte maneira: quando a fêmea da espécie deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas.

Moises Carvalho PereiraO empreendedor Moises Carvalho Pereira comenta que o mosquito Aedes Aegypti adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte.

A única forma de evitar as doenças causadas pelo mosquito é não deixando que se prolifere. Pequenas ações podem ser feitas evitando o proliferamento, como não acumulando água, nos vasos de plantas, limpe as calhas.  Isso pode ser feito em casa, e por parte do poder publico, a melhor forma é melhorando o saneamento básico.

Empresas privadas já estão tomando esse tipo de medida, a Buriti Empreendimentos é uma delas. Empresa que tem a frente os sócios Moises Carvalho Pereira e Sidney Guimarães Penna. Que sempre ao entregarem um novo loteamento, os empresários cuidam para que todos tenha uma infraestrutura completa, com saneamento básico, energia elétrica, pavimentação asfáltica dentre outros serviços.

Moises Carvalho Pereira – Dengue, chikungunya e Zika avançam no Pará e iniciativa privada ajuda no combate às doenças

Moises Carvalho Pereira – Dengue, chikungunya e Zika avançam no Pará e iniciativa privada ajuda no combate às doenças

Ministério da Saúde divulga boletim que mostra aumento de casos em mais de 2.000% e empresas investem em ações para auxiliar na eliminação do mosquito transmissor

O último Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde revela uma situação preocupante para a saúde nacional, de forma geral, e também para o Estado do Pará, de modo particular. Conforme o documento, somente de 3 de janeiro a 2 de abril deste ano um total de 802.429 casos de dengue foram notificados no País. No Pará, foram 4.905 casos, um crescimento de 101,76% em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve 2.431 notificações. Já a febre chikungunya teve 30.017 casos prováveis notificados em nível nacional. No Pará foram 339 notificações, número 2.260% maior que em 2015, quando houve apenas 15 casos.

Com relação ao vírus Zika, o Ministério da Saúde notificou 91.387 casos prováveis da doença este ano, no Brasil. No Pará, foram 771 notificações. Embora não haja dados de 2015 que possam mostrar o comparativo do avanço da doença no Estado, o quadro coloca as autoridades locais em alerta porque o Pará foi uma das três unidades da federação em que ocorreram óbitos em virtude do vírus (os outros dois são Maranhão e Rio Grande do Norte), durante o período de janeiro a abril de 2016. Diante deste cenário, o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus da Zika torna-se primordial para a saúde pública.

A urgência é ainda maior quando se descobre que o vetor das doenças não se reproduz apenas em água limpa, como até então se acreditava. Recente pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) revela que o Aedes aegypti é capaz de se adaptar às condições urbanas, onde é endêmico, e se desenvolver em água com altos níveis de poluição, como o esgoto bruto. Por esse motivo, a Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu, em março, alerta para que o Brasil e outros países latino-americanos melhorem o serviço de saneamento básico, indicando que a luta contra o vírus Zika terá, necessariamente, de incluir investimentos em infraestrutura.

Esgoto

De fato, a situação brasileira em matéria de água e esgoto não é nada favorável. De acordo com o Ministério das Cidades, no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano base 2014, o Brasil ainda tem mais de 35 milhões de pessoas sem acesso aos serviços de água tratada, metade da população sem coleta de esgoto e apenas 40% dos esgotos são tratados. Nesse sentido, a boa notícia é que as empresas estão cada vez mais empenhadas em reduzir o déficit de serviços à população.

Segundo o Panorama de Participação Privada no Saneamento Brasil 2015, do Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto, os investimentos da iniciativa privada no saneamento ganham volume a cada ano. O investimento confirmado sob contratos para o período 2014-2018 praticamente dobrou em relação ao período 2013 a 2017, passando de R$ 6,5 bilhões para R$ 12,3 bilhões. Isso se deve ao desenvolvimento das atuais concessões, que exigem grandes aportes de recursos no início de suas operações.

Exemplo

Um exemplo prático da presença do segmento privado no setor de saneamento pode ser encontrado no Pará, que, segundo o Ministério das Cidades, está entre os dez estados que mais precisam avançar em água e esgoto. Com ampla atuação na região Norte, a Buriti Empreendimentos é uma das empresas que mais investe em esgotamento sanitário, com obras que contemplam desde a rede coletora até a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) e que devem beneficiar mais de 150 mil pessoas. “Priorizamos contribuir com as cidades onde atuamos. Preocupados com a saúde pública e o meio ambiente, somos pioneiros em saneamento básico no Pará”, garante Moises Carvalho Pereira, diretor da empresa.

Em Parauapebas, a incorporadora aplicou R$ 3,5 milhões na Estação de Tratamento de Água (ETA). A obra vai favorecer 20 mil moradores dos residenciais Jardim Ipiranga e Jardim Tropical (1ª e 2ª etapas) com o tratamento de 200 mil litros de água. Ainda no município, a empresa investiu R$ 50 milhões em drenagem de águas pluviais e mais R$ 40 milhões na rede de coleta e na implantação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), prevista para atender 31 mil habitantes do Residencial Cidade Jardim, com possibilidade de expansão pelo poder público para até 62 mil habitantes. A estimativa do volume de esgoto tratado é de 3.720 m3/dia.

Já em Marabá foram investidos pela empresa R$ 20 milhões em drenagem e mais R$ 20 milhões na rede coletora e na ETE, que deve assegurar o serviço para 42 mil habitantes do Residencial Cidade Jardim (da 1ª a 6ª etapa). O volume de esgoto a ser tratado é de 5.040 m3/dia. Nesse sentido, a empreendedora investe também em Canaã dos Carajás. Está em construção no município uma ETE que deve atender 13.706 habitantes do Residencial Jardim Europa com o tratamento de 1.644,72 m³ de esgoto por dia. Ao todo, as obras que incluem a ETE, a rede coletora de esgoto e as estações elevatórias consumirão R$ 10 milhões.

A ETE de Canaã dos Carajás deve ser concluída em julho de 2016, sendo que as demais já foram executadas e aguardam a outorga de lançamento de efluentes para serem entregues ao poder público. Outro investimento expressivo feito pela empresa beneficia os moradores de Altamira. Na cidade, mais precisamente no bairro planejado Residencial Cidade Jardim, que concentra 11.378 terrenos, foram empregados R$ 10 milhões em drenagem de águas pluviais, além de R$ 20 milhões em reservatórios de água potável e redes de esgoto, que irão interligar o bairro à ETE municipal.

Moises Carvalho Pereira – Apólice

Moises Carvalho Pereira – Apólice

Dentre a lista dos maiores sonhos dos brasileiros está a compra da casa própria, destaca Moises Carvalho Pereira, diretor e sócio da Buriti Empreendimentos. Mas imagine se essa casa for em um lugar onde acontecem muitos acidentes, naturais ou causados pelo homem. Nesses casos, uma apólice (contrato de seguros) para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena.

O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel. Moises Carvalho Pereira destaca que pesquisas afirmam que a contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental, e a ajuda de um corretor é aconselhável.

 

Moises Carvalho Pereira – Mercado competitivo

Moises Carvalho Pereira – Mercado competitivo

moises-carvalho-pereira-imobiliariaO mercado imobiliário é um ramo muito competitivo destaca Moises Carvalho Pereira, diretor e sócio da Buriti Empreendimentos. Para os profissionais que desejam obter sucesso no mercado imobiliário deverão ficar cada vez mais atentos o que faz toda a diferença, no momento final para os compradores.

Para o mercado continuar crescendo e evoluindo de forma sustentável, o foco deve estar nas pessoas. As construtoras, imobiliárias e corretores de imóveis devem voltar o seu olhar às pessoas, e prestar mais atenção em como o cliente está consumindo.

Os negócios não estão ligados mais a participação no mercado, mas sim ligados à participação em cada cliente. Moises Carvalho Pereira comenta que o segredo está em descobrir as necessidades dos clientes e se certificar que realmente proporcionou a ele o que ele deseja, o foco total é no cliente.

Moises Carvalho Pereira – Lei do Inquilinato

Moises Carvalho Pereira – Lei do Inquilinato  

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Moises Carvalho Pereira, empreendedor do ramo imobiliário, comenta que é muito comum que dentro da relação entre o locador, locatário haja algumas discordâncias. E para que a relação imobiliária seja justa, o ideal é que cada uma das partes conheça os seus direitos e deveres segundo a lei nº 8.245, de 1991, mais conhecida como Lei do Inquilinato. É ela quem regula o mercado de aluguéis residenciais e comerciais. Moises Carvalho Pereira destaca que locatários e  inquilinos devem dar uma olhada no seu conteúdo antes de fechar um negócio.

Moises Carvalho Pereira – Alternativas econômicas

Moises Carvalho Pereira – Alternativas econômicas

Em Salvador, no estado da Bahia, clientes estão sacrificando um pouco de espaço para realizar o sonho da casa própria. Moises Carvalho Pereira, empresário do ramo imobiliário, comenta que na capital baiana o lançamento e venda de apartamentos de dois quartos estão aumentando.

Estudos levantados pela Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) mostram que no  primeiro trimestre de 2016 foram vendidas 567 unidades habitacionais em Salvador onde 60% das unidades vendidas são apartamentos de 2/4. Moises Carvalho Pereira comenta que a maior parte dos empreendimentos são unidades do programa Minha Casa Minha Vida. O programa Minha Casa Minha Vida vem aos longos dos últimos anos conquistando o setor imobiliário de Salvador.

Moises Carvalho Pereria relata que  Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é um recurso bastante atrativo para a maior parte da população pois contem taxas de juros mais baixas. Credito imobiliário financiado pelos bancos estão cada vez mais difíceis e por isso o cliente opta por alternativas econômicas.

 

Moises Carvalho Pereira – Ferramentas

Moises Carvalho Pereira – Ferramentas

Moises Carvalho Pereira é empreendedor do ramo imobiliário, e destaca que dentro de qualquer profissão é necessário uma organização e auxilio de ferramentas que ajudaram ao profissional vender o produto, ou no caso de corretores imóveis. O diretor e sócio da Buriti Empreendimentos destaca algumas delas:

  • Agenda; Usa-se regulamente e organizadamente como uma base para seu dia. Moises Carvalho Pereira indica que o profissional anote tudo que ocorre no dia a dias do corretor, tais como: ligações efetuadas e recebidas com pedidos, detalhes, dicas informações técnicas e etc.

  • Calculadora; Item bastante usado por alguns profissionais para mostra ao cliente os juros (se houver), duração de pagamento, etc.

  • Cartão de visitas; Moises Carvalho Pereira indica que o profissional tenha e ainda acrescente nele o numero do CRECI, telefones e endereço caso o cliente queira pesquisar sobre seu currículo.

  • Relatório de visita; É um documento simples que ajuda na organização, servindo para anotar o nome do cliente, que levou pra o imóvel, assegurado o seu direito a comissão se interessar a adquirir o imóvel. Moises Carvalho Pereira destaca que esse tipo organização ajuda que todo os trametes seja mais rápidos e feitos corretamente.

Moises Carvalho Pereira conclui que o conhecimento e uso estratégico dessas ferramentas podem proporcionar uma vantagem competitiva no mercado, aumentando sua produtividade e garantindo que você venda mais.